"Não basta ensinar ao homem uma especialidade. É necessário adquirir sentimentos, compreender as motivações para determinar com exatidão o seu lugar".

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terça-feira, 30 de agosto de 2011

O QUE É UMA BACIA HIDROGRÁFICA


Conceito de Bacia Hidrográfica
A bacia hidrográfica de um determinado rio ou curso de água, designa uma região cujas águas das chuvas escorrem para esse mesmo curso de água e seus afluentes e subafluentes. A formação das bacias hidrográficas ocorre devido aos desníveis do terreno que orientam a drenagem das águas numa determinada direção. Todas as bacias hidrográficas de uma determinada região estão separadas topograficamente entre si pelos chamados divisores de águas, sendo possível dividir, através desses divisores, todo o território em bacias hidrográficas.
Os principais elementos componentes das bacias hidrográficas são os "divisores de água" – cristas das elevações que separam a drenagem de uma e outra bacia, "fundos de vale" – áreas adjacentes a rios ou córregos e que geralmente sofrem inundações, "sub-bacias" – bacias menores, geralmente de alguma afluente do rio principal, "nascentes" – local onde a água subterrânea brota para a superfície formando um corpo d'água, "áreas de descarga" – locais onde a água escapa para a superfície do terreno, vazão, "recarga" – local onde a água penetra no solo recarregando o lençol freático, e "perfis hidrogeoquímicos" ou "hidroquímicos" – características da água subterrânea no espaço litológico.
Às vezes, as regiões hidrográficas são confundidas com "bacias hidrográficas". Porém, as bacias hidrográficas são menores – embora possam se subdividir em sub-bacias (por exemplo: a bacia amazônica contém as sub-bacias hidrográficas dos rios Tapajós, Madeira e Negro), e as regiões hidrográficas podem abranger mais de uma bacia.
De acordo com a Resolução CNRH n.º32 de 15/10/03, do Conselho Nacional de Recursos Hídricos, o Brasil está dividido em regiões hidrográficas denominadas: região hidrográfica Amazônica, região hidrográfica do Tocantins-Araguaia, do Atlântico Nordeste Ocidental, do Parnaíba, Atlântico Nordeste Oriental, do São Francisco, do Atlântico Leste, do Atlântico Sudeste, do Paraná, do Uruguai e a região hidrográfica do Atlântico Sul.
Já as bacias hidrográficas são inúmeras, mas as quatro principais bacias hidrográficas do Brasil são: a bacia Amazônica, do Tocantins, bacia Platina (Paraná, Paraguai e Uruguai) e a bacia do rio São Francisco. Juntas, elas cobrem cerca de 80% do território brasileiro, porém de forma bastante irregular.
A bacia Amazônica responde sozinha por 70% da disponibilidade de recursos hídricos no Brasil enquanto que as bacias da região sudeste respondem por apenas 6%. Assim, as bacias da região sudeste estão sendo usadas no seu limite uma vez que abastecem mais de 42% da população brasileira.
A Bacia Hidrográfica do Rio Amazonas é ainda, a maior e mais extensa rede hidrográfica do mundo com uma área total de 6.110.000 km² desde sua nascente nos Andes Peruanos até sua foz no Atlântico na região norte do Brasil. Ela é considerada uma bacia continental por se estender sobre diversos países da América do Sul.
Outras bacias hidrográficas importantes do mundo são a bacia hidrográfica do Rio Saint Lawrence, que faz divisa dos EUA com o Canadá e dá origem ao maior sistema de lagos interiores do mundo, os "Grandes Lagos"; e a bacia dos rios Tigre e Eufrates consideradas o berço da civilização.


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A ÁRVORE


ÁRVORE É SINÔNIMO DE VIDA
AQUI ESTÃO ALGUNS DOS MOTIVOS PARA VOCÊ PLANTAR NÃO UMA,
MAS VÁRIAS ÁRVORES, E AJUDAR A NATUREZA!
Uma árvore, por si só, pode nos trazer muitos benefícios. Desde a sombra aconchegante, até a folha de papel. As florestas plantadas (reflorestamentos) pelo homem devolvem a ele serviços e bens. Mas o equilíbrio tem que ser mantido com a preservação das matas nativas e a proteção dos mananciais, onde a flora e a fauna encontram ambientes diversificados.
  •  Sob o aspecto econômico, valiosos produtos obtemos da árvore: madeira para as construções e o mobiliário, celulose para o papel, carvão para as caldeiras, substâncias medicinais, óleos, resinas, gomas, essências, mel, frutos, flores e muitos outros.
  •  Sob o aspecto ecológico, dela recebemos incontáveis benefícios: a proteção dos solos, rios, nascentes; a preservação da vida silvestre; a manutenção da qualidade de vida, e muito mais.



Por tudo isso, é da maior importância a conscientização e a contribuição de cada um de nós, plantando uma árvore e cuidando para que se desenvolva.



Uma árvore adulta pode absorver do solo até 250 litros de água por dia. Imagine como elas poderiam ajudar para não ocorrerem tantas enchentes, das quais matam e deixam muitas pessoas sem casas! Junto com toda essa água absorvida, muitos nutrientes de matérias orgânicas (como as fezes dos animais) são absorvidos pelas raízes e transformados através da fotossíntese, em alimento para a toda a planta. Por sua vez, folhas, frutos, madeira e raízes servirão de alimento para diversos seres vivos. Os animais por sua vez, irão defecar o que comeram e as folhas e frutos que não serviram de alimento caem no solo. Folhas, frutos e fezes de volta ao solo, e todo o ciclo recomeça.
A camada de folhas que se formam abaixo das árvores serve de berço para as sementes, e para proteger o solo dos pingos da chuva. Cada pingo de chuva que cai diretamente no solo, causa erosão. A erosão do solo pode ser prejudicial em vários casos:
Em rios: A erosão leva terra e areia para o leito (fundo) do rio, fazendo com que o rio fique mais raso, com menor capacidade de guardar água, causando a falta de água nos meses de pouca chuva, além da morte dos peixes.
Para o Solo: A erosão leva embora as sementes que poderiam germinar e recompor a vegetação natural. Ou seja, solo desprotegido tende a continuar desprotegido.
Para os animais: A erosão pode levar embora ninhos de animais que os fazem no chão, e tampar os de diversos outros animais, matando os filhotes que estão dentro. Além do mais, sem vegetação e frutos para alimentá-los, eles vão embora ou morrem de fome.
Para os lençóis freáticos: Os solos sem vegetação, por não terem raízes e minhocas para deixá-lo fofo, não têm uma boa absorção de água. Além do mais, como não há barreiras para a água, ela vai embora rapidamente, não dando tempo para a água da chuva penetrar no solo. Com isso os lençóis freáticos secam, acabando assim com muitos rios e conseqüentemente com nossa água potável.
A copa das árvores também protege o solo da chuva direta, sem contar que suas raízes seguram firmemente o solo. As raízes de árvores que estão nas beiras de rios, aparecem as vezes dentro do rio, parecendo cílios. Essas raízes além evitarem a erosão, servem de casa para muitos animais. Por causa destes cílios, a mata próxima aos rios é conhecida pelo nome de Mata Ciliar.
Uma árvore pode transpirar por suas folhas, até 60 litros de água por dia. Este vapor se mistura com as partículas de poluição do ar, e quando se acumulam em nuvens, caem em forma de chuva. Portanto, as árvores ajudam também na retiradas de poluentes do ar! Além do mais, este vapor ajuda a equilibrar o clima da região. Isso é facilmente percebido em parques e floretas que tem seu clima mais fresco.
Outro ponto que podemos notar até mesmo em parques no meio de grandes cidades, é o silêncio! As árvores formam uma parede que impede a propagação dos ruídos. Cercas vivas estão sendo muito utilizadas hoje em dia para criar ambientes mais silenciosos e aconchegantes (além de bonitos). Se ainda assim, você ainda não se convenceu de que deve plantar árvores é muito benéfico, espere para saber mais...
Sombra: ah, que delícia uma boa sombra! Não é? Bem, se levarmos em conta a devastação e a não preocupação do reflorestamento, pode se preparar para sair de casa de guarda sol, pois a previsão é de que em 2030 nossas matas vão acabar!
Madeira: Se você não tem nada de madeira na sua casa pode enviar seu nome para colocarmos no livro dos recordes. O mercado madeireiro é um dos que mais cresce no Brasil. Muitas empresas são clandestinas, e pouca gente se preocupou em saber se a madeira que está comprando é autorizada ou não. Se você usa madeira, por que não ajudar plantando?
Papel: Não sei se você sabe, mas não há no mundo país que tenha um substituto para o papel vindo da madeira de árvores, sendo produzido em larga escala! Preocupante? Então imagine quantas árvores você já usou e vai usar só com papel!
Oxigênio: Você respira? Bem, pode não conseguir mais daqui alguns anos. A poluição gerada pelas grandes cidades está desequilibrando a quantidade de oxigênio no mundo! E uma novidade: Estudiosos afirmam que florestas muito antigas, que já atingiram seu equilíbrio, produzem a mesma quantidade de gás carbônico (liberado a noite) que a de oxigênio. E que florestas jovens, para poder crescer, liberam muito mais oxigênio do que gás carbônico. Isso significa que plantar uma árvore é produzir oxigênio!
Frutas: Quem não gosta de uma boa fruta? Mas não pense que elas são produzidas em laboratório. Elas chegam à sua mesa, pois árvores às produziram. E se você fizer as contas deve ter gasto com frutas o bastante para ter mais de 100 pés de cada fruta que você gosta. Mesmo porque o gasto em se ter uma árvore é quase zero.
Fauna: Que delícia ouvir o canto dos pássaros logo de manhã! Pois então! Plante uma árvore perto de sua casa e ouça o resultado! Se você estiver em zona rural, ou próximo a alguma floresta, ainda poderá receber a visita de diversos animais da fauna brasileira.
VAMOS À NOMENCLATURA:
Nativa: Ocorre naturalmente na região que se está tratando.
Exótica: Não ocorre naturalmente na região que se está tratando.
Endêmica: Espécie que ocorre exclusivamente na região que se está tratando.
Uma espécie que é nativa da Austrália é considerada exótica no Brasil, como é o caso do Eucalipto. Uma espécie pode ser Nativa do Brasil, porém endêmica da Bahia, como é o caso da piaçava. Isso quer dizer que em São Paulo, ou em Amazonas, esta espécie é considerada Exótica.
PORQUE PLANTAR ARVORES NATIVAS
Os benefícios de se plantar árvores nativas de sua região, além de não ter os problemas das exóticas, estão descritos a baixo:
- O alimento é exatamente os que os animais nativos precisam.
- Faz parte de uma determinada floresta onde uma espécie ajuda a outra, de diversas formas.
- Dificilmente espécies nativas são exterminadas por pragas, pois já desenvolveram muito bem uma defesa para cada praga da região. Muito indicadas em plantios orgânicos, que desejam não utilizar agrotóxicos.
- A relação entre os nutrientes disponíveis, e os nutrientes necessários para a árvore, é harmoniosa.
- São as árvores nativas que os pássaros nativos procuram para fazer seus ninhos. Você já reparou que em matas de Eucalipto ou Pinus houve-se muito pouco ou quase nenhum som de pássaros e outros animais?
- E por último, se existem mais de 500 espécies só na Mata Atlântica, das mais variadas formas, das mais lindas flores das mais cobiçadas madeiras do mundo....
PORQUE NÃO PLANTAR ARVORES EXÓTICAS
Por não terem predadores naturais, essas espécies podem se multiplicar sem controle, tornando-se assim uma praga, como é o caso do Eucalipto.
- Por não terem uma boa relação com a floresta nativa, podem competir desigualmente pelo espaço, chegando até matar as espécies nativas, como é o caso da Leucena, que em seu habitat natural com pouca água, desenvolveu uma substância que impede o crescimento de outras espécies ao seu redor, para evitar a competição pela água escassa.
- A proliferação pode ser descontrolada. Como é o exemplo também da Leucena. Em seu habitat nativo desenvolveu uma estratégia de produzir milhares de sementes. Isso porque a semente que encontrar apenas um pouco de água já irá germinar. Mas aonde o solo é seco só algumas sementes conseguem sobreviver. Aqui no Brasil, por ser um país tropical úmido, todas as sementes encontrar condições ideais para germinar. O que temos é uma disseminação tão intensa deste espécie que hoje é considerada uma verdadeira praga em nosso ambiente.
- Algumas espécies exóticas têm as raízes muito bem preparadas para absorver toda a água que conseguirem. Como é o caso do Eucalípto, que absorve tanta água do solo, que este chega a ficar seco. Muitos locais estão com o solo pobre por terem sido invadidos por esta espécie, que muitas vezes é plantada por pessoas que desconhecem este problema.
- O maior erro em se plantar exóticas como Eucalipto e Pinheiros, é que estas espécies crescem muito rápido. Pessoas e empresas que são obrigadas judicialmente a reflorestar utilizam estas espécies para mostrar o resultado o mais rápido possível. O que muita gente não sabe é que com espécies pioneiras brasileiras, consegue-se este resultado ou mesmo um melhor, tanto em termos de tempo quanto obviamente de qualidade, como é o caso da Embaúba, Monjoleiro e outras



Imagine um prédio de 40 andares e você terá uma noção do tamanho da árvore mais alta já medida, umeucalipto que ficava na cidade de Watts River, na Austrália. Ela tinha 132,6 metros na época da medição, em 1872, mas, provavelmente, alcançou 150 metros no seu auge. A árvore mais alta do mundo ainda viva, uma sequóia, tem 112,6 metros e fica na Califórnia, Estados Unidos.


 fonte: http://www.arvoresbrasil.com.br

O CORPO HUMANO



O corpo humano é constituído por diversas partes que são inter-relacionadas, ou seja, umas dependem das outras. Cada sistema, cada órgão é responsável por uma ou mais atividades. Milhares de reações químicas acontecem a todo instante dentro do nosso corpo, seja para captar energia para a manutenção da vida, movimentar os músculos, recuperar-se de ferimentos e doenças ou se manter na temperatura adequada à vida.
Há milhões de anos, o corpo humano vem se transformando e evoluindo para se adaptar ao ambiente e desenvolver o seu ser. Nosso corpo é uma mistura de elementos químicos feita na medida certa. As partes do corpo humano funcionam de maneira integrada e em harmonia com as outras. É fundamental entendermos o funcionamento do corpo humano a fim de adquirirmos uma mentalidade saudável em relação a nossa vida.
Cada pessoa é um ser único, diferente de todos os outros seres em muitos aspectos, como é o caso da aparência externa. Mas o corpo humano é formado basicamente pelas mesmas estruturas e somos todos influenciados pelo ambiente em que vivemos. Essa influência vem do meio social, da cultura de que fazemos parte e também das relações afetivas que vivenciamos.

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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

FILMES PARA AULA DE GEOGRAFIA FISICA




O Inferno de Dante (Dante's Peak – 1997)

Os moradores de Pico de Dante, uma pequena cidade nos Estados Unidos, vivem tranquilos. Todo o sossego, porém, chega ao fim quando o especialista em fenômenos vulcânicos Harry (interpretado por Pierce Brosnan) alerta que o vulcão que dá nome a cidade está prestes a entrar em erupção, depois de séculos de inatividade. Harry tenta, com a ajuda de Rachel Wando (Linda Hamilton), prefeita da cidade, convencer outros geólogos e os habitantes a declarar estado de alerta.
Esta ação, no entanto, pode atrapalhar os planos econômicos e de geração de emprego que estavam previstos para ocorrer no local. Esse jogo de interesses coloca em riscos a vida de todos, que se vêem sem perspectiva e sem ação diante da concretização dos fatos.



Mar em Fúria (The Perfect Storm – 2000)   
                          Em outubro de 1991 a população dos Estados Unidos presenciou a maior tempestade já vista até então. Uma combinação de fatores originou um fenômeno natural que ocorre uma vez por século. Ondas de mais de 30 metros de altura se formam no mar e por azar, os tripulantes do barco pesqueiro Andrea Gail estão em plena atividade neste momento.

O filme discorre sobre todo o drama da tripulação que precisou enfrentar a fúria do oceano a bordo e sem qualquer treinamento. A história aterroriza ainda mais porque a catástrofe realmente aconteceu – todo o drama vivido pelos americanos na época pode ser sentido pelo público diante de cenas absolutamente assustadoras.

 Impacto Profundo (Deep Impact – 1998)

O jovem Leo (Elijah Wood) acaba de ingressar na escola de astronomia. Ele não tem lá muita sintonia com os astros, afinal, seu objetivo mesmo não era assim tão nobre: Leo só queria passar mais tempo ao lado da namorada Sarah (Leelee Sobieski).Em uma noite, no entanto, ele descobre durante suas observações que um cometa está se aproximando da Terra. Cientistas concluem que o cometa pode simplesmente destruir todo o planeta, cujo impacto seria tão intenso que não restaria pedra sobre pedra. Para tentar conter a destruição que representaria nada menos do que o fim do mundo, uma equipe é enviada ao espaço para tentar destruir o cometa ou ao menos desviá-lo de sua rota.Ao estado, cabe a tentativa de acalmar a população reduzindo o drama. Eis que a história chega à imprensa e o que se vê é aquilo que chamam de "salve-se quem puder". O filme nada mais é do que uma das tantas curiosidades que assolam a humanidade: "o que faríamos se o mundo fosse acabar?"



 Twister (Twister – 1996)

Até hoje diversos filmes e programas de TV satirizam a obra – particularmente a famosa cena da "vaca voando" – mas na época os efeitos ainda podiam levar os amantes dos efeitos especiais à loucura. A trama apresenta uma curiosa rivalidade: dois grupos de cientistas estão na disputa para ver quem consegue colocar sensores em um tornado que está se aproximando. Quem conseguir o feito entrará para história, pois os dispositivos servirão para monitorar e prever de forma muito mais eficaz a aproximação de novos furacões.
Em uma das equipes está a jovem cientista Jo (Helen Hunt) que tenta arduamente alcançar o feito. Tanto empenho na realidade esconde um trauma vivido na infância, quando a jovem presenciou a morte do pai que fora sugado por um tornado.


Avalanche (Landslide – 2004)
Algumas obras estão sendo feitas na montanha Diamondback, local que abrigará um condomínio. As detonações feitas pela construtora desencadeiam uma avalanche que coloca toda a região em risco e provoca um desastre de grandes proporções, soterrando quarteirões inteiros.
Enquanto tentam encontrar seus entes queridos, o enredo revela o drama familiar daqueles que ainda têm a esperança de voltar a ver as pessoas que amam entre os escombros. A tragédia que assola a cidade provoca emoções fortes entre os sobreviventes que não ficam muito distantes da realidade. Um deles é vivido pelo bombeiro Mark Decker (interpretado pelo ator Vincent Spano), que tenta se reconciliar com a mulher e o filho.




O Dia Depois de Amanhã (The Day After Tomorrow – 2004)
Um típico filme sobre o fim do mundo que sem dúvida marcou a história do gênero de filmes sobre desastres naturais. Multidões se emocionaram ao acompanhar a transformação do planeta Terra que, após sofrer diversas alterações climáticas, já anuncia o começo de uma nova Era Glacial.Diante da impossibilidade de viver no hemisfério norte, populações em massa migram para o sul na tentativa de se salvarem. Mas há quem duvide que exista salvação longe das pessoas que amam. Foi isso que levou o climatologista Jack (Dennis Quaid), no entanto, a fazer o caminho oposto, contrariando a todos para sair em busca do seu filho Sam (Jake Gylenhaal) na esperança de encontrá-lo vivo. Juntamente com os dois estão outros sobreviventes que precisarão, unidos, enfrentar as tempestades e lutar pela vida.








Armageddon (Armageddon – 1998)

Uma chuva de pequenos meteoros atinge a Terra e depois deste acontecimento, um astrônomo descobre que um enorme asteróide está vindo em direção à Terra. O pânico toma conta da equipe que percebe que o impacto poderia acabar com a humanidade inteira. Assim, decidem partir para uma jornada digna de super-heróis:
O chefe de uma plataforma de petróleo, Harry (Bruce Willis), é convocado para liderar uma expedição em direção ao astro. A estratégia é extremamente perigosa e ao chegar a hora de agir, descobrem que alguém terá que sacrificar a própria vida para salvar a população do planeta. O filme marcou tanto a época que a trilha (Armagedon – Aerosmith) continuou no topo das paradas por meses.







2012 (2012 – 2009)

De acordo com a cultura Maia, o mundo acabará no ano de 2012. A profecia repleta de significados é levada a cabo no filme, quando o planeta inteiro começa a ruir diante de terremotos, tsunamis e erupções vulcânicas de proporções nunca vistas. A tensão começa a tomar conta da população sob a ameaça do fim do mundo e, enquanto parte do governo americano tenta esconder o problema, o presidente dos EUA – provocativamente negro como o atual – declara ao mundo que existem plataformas seguras sendo construídas para salvar as pessoas.
Como a Terra está mudando seu eixo, cientistas alegam que a única maneira de se salvar é buscar abrigo em um desses submarinos, embarcando a população para o Himalaia antes que seja tarde demais.A obra recebeu inúmeras críticas, mas os efeitos especiais garantem a diversão, sem contar que deixam aquele medo no ar: "E se for verdade?"


 

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

CONSTRUINDO UMA COMPOSTEIRA



As plantas obtêm a maior parte de seus nutrientes do composto orgânico - húmus - ou seja, do material orgânico que se decompõe no solo. Ao adicionar mais húmus ao solo, mantendo uma composteira, você revitaliza seu jardim e pode reduzir em até 30% a
quantidade de dejetos que vai para o aterro sanitário.
Uma composteira é um local onde o material orgânico, junto com folhas secas ou grama, pode ser transformado em adubo para seu jardim. O uso de composteiras é indicado para quintais, varandas de apartamentos ou mesmo garagens, pois ocupam uma superfície pequena.
A compostagem cria um material super nutritivo que auxilia as plantas no seu desenvolvimento e crescimento, evita o surgimento de pragas e doenças, além de fornecer nutrientes importantes para o solo. Ela aumenta também a capacidade da terra filtrar mais água, reduzindo erosões; estimula o desenvolvimento das raízes, que se tornam capazes de absorver uma quantidade maior de água e nutrientes; e equilibra a temperatura e o nível de acidez do solo.
Antes de qualquer coisa, esqueça a idéia de que fazer um composto é algo difícil e que necessita de muito espaço. Também esqueça que ele é algo sujo e que pode atrair animais indesejados. Feito da forma correta, um composto lhe trará muitos benefícios sem causar nenhuma dor de cabeça.
Comece pela escolha do local. Ele deve ser de fácil acesso; a água deve chegar fácil para molhar as pilhas; e o solo tem que ter uma boa drenagem. Também é preferível que as composteiras sejam montadas em locais com sombra e protegidas de vento intenso, pois resseca o material.
CUIDADOS

Alterne os materiais orgânicos com terra ou adubo pronto até que a pilha fique bem alta, com aproximadamente 1,5 metros. Regue o recipiente de compostagem regularmente para manter o composto umedecido e remexa o material todos os dias ou a cada dois dias, para assegurar o fornecimento adequado de oxigênio.
À medida que você adiciona novas matérias orgânicas e remexe o composto, você estará misturando o lixo intacto com camadas parcialmente decompostas. O material quase acabado assentará no fundo porque as partículas são menores. Dessa forma, é dali que você deverá retirar o composto pronto.
Para avaliar se já está no momento certo, verifique se a temperatura está adequada (ela deve girar em torno de 38ºC) e se ainda é possível visualizar algum material parecido com o lixo que foi depositado (nesse caso, é melhor esperar mais um pouco). O volume do material também deve estar reduzido, a cor dever ser marrom escuro ou preto, a textura macia e o cheiro deve ser de terra.
OS PREPARATIVOS 
Se possível, faça a composteira perto da cozinha; assim fica mais fácil o descarte de restos de comida.
Use, por exemplo, uma lixeira de plástico velha para fazer a composteira – uma opção fácil e econômica. Retire o fundo, finque a lixeira no solo e mantenha-a coberta com a tampa.
Para ajudar na drenagem e fornecer acesso aos organismos do solo, posicione a lixeira numa área plana e bem drenada, de forma que ela fique em contato com a terra.
Se você fizer sua própria composteira, construa uma estrutura de quatro lados, aberta no topo, com pelo menos um metro de altura. Um lado deve ser fácil de remover, para que você possa revolver a pilha e recolher o composto pronto.
Se você decidir comprar uma composteira, opte por um misturador de plástico. É um tambor que, quando gira, oxigena o composto de forma bem eficiente. Um misturador cheio produz composto de boa qualidade rapidamente. Se você descarta com regularidade uma grande quantidade de material, compre um bem grande.
Certifique-se de que sua composteira, misturador ou lixeira fique na sombra durante o dia, porque o húmus não deve ressecar com rapidez, nem a temperatura deve se elevar muito para que os organismos do solo não morram.
É bem fácil de fazer. Sem contar que, destinando esse tipo de resíduo corretamente em casa, o cidadão contribui com a redução da montanha de lixo orgânico nos aterros públicos. Esse lixo deve ser revirado semanalmente no pátio de compostagem, para ser removido, o que muitas vezes ocasiona mau cheiro, importunando os moradores e transeuntes das redondezas. Veja abaixo o passo-a-passo para construir uma composteira:
1- Escolha um canto no seu quintal, de preferência sombreado;
2- Faça um buraco ou construa um reduto usando materiais como bambu, madeira velha, tela de galinheiro, blocos ou tijolos (sem cimentar);
3- Deposite na composteira o material orgânico, já separado lixo seco;
4- Cubra o resíduo com folhas, grama ou com serragem, esterco seco, cama de animais, até que não dê para ver o material mais úmido (restos de alimentos) embaixo;
5- Regue o monte para umedecer essa camada de cobertura mais seca. Em época de chuva, cubra a composteira com tábuas, telhas ou plástico para não encharcar. Essa cobertura também protege o monte da radiação solar;
6- A cada dois ou três dias, areje bem o monte, passando todo o material de um lado para o outro, com um garfo. Após estes revolvimentos o material esquenta, indicando que a decomposição está ocorrendo corretamente. A qualquer momento você pode adicionar mais material orgânico à composteira, repetindo a etapa.
Fungos, tatuzinhos, besouros, piolhos-de-cobra, minhocas e trilhões de bactérias estarão trabalhando para você, decompondo o material. Esses "bichinhos" são inofensivos e não se espalham para além do monte. Se, quando o composto estiver pronto, você quiser ensacá-lo para doar ou vender, peneire antes, devolvendo ao monte os bichinhos, para que eles possam continuar o trabalho de
decomposição.
Preste atenção: se o monte está com a cor marrom café e cheiro agradável de terra; está homogêneo e não dá para distinguir os restos (talvez apenas um ossinho ou caroço mais duro) e se não esquentar mais, mesmo após o revolvimento, o composto está pronto para ser usado!
PROBLEMAS CONTORNÁVEIS 



AQUÍFERO ALTER DO CHÃO - NORTE DO BRASIL


RIO DE 6.000 KM É DESCOBERTO EMBAIXO DO RIO AMAZONAS


Pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA) divulgaram oficialmente a descoberta do que afirmam ser o maior aquífero do mundo. A imensa reserva subterrânea sob os Estados do Pará, Amazonas e Amapá tem o nome provisório de Aquífero Alter do Chão, em referência à cidade de mesmo nome, centro turístico perto de Santarém.
Estudos pontuais e vários dados coletados ao longo de mais de 30 anos permitem dizer que se trata da maior reserva de água doce subterrânea do planeta. É maior em espessura que o Aquífero Guarani, considerado pela comunidade científica o maior do mundo, assegura Milton Matta, geólogo da UFPA. A capacidade do aquífero não foi estabelecida. Os dados preliminares indicam que ele possui uma  área de 437,5 mil quilômetros quadrados e espessura média de 545 metros. menor em extensão, mas maior em espessura do que o Guarani.
Matta cita a porosidade da rocha em que a água está depositada como um dos indícios do potencial do reservatório. A rocha é muito porosa, o que indica grande capacidade de reserva de água. Além do mais, a permeabilidade (a conexão entre os poros da rocha) também é grande.
Segundo ele, apesar de as dimensões da reserva não terem sido mapeadas, sai do aquífero a água que abastece 100% de Santarém e quase toda Manaus. A vazão dos poços perfurados na região do aquífero é outro indício de que sua reserva é muito grande, afirma Matta.
Para o geólogo Ricardo Hirata, do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, a comparação com o Guarani é interessante como referência, mas complicada. O Guarani é um aquífero extremamente importante para o Brasil e para a América Latina, mas não é o maior do mundo. Há pelo menos um aquífero, na Austrália, que é maior que o Guarani, contesta.
Para Hirata, também se deve levar em conta a localização das reservas ao se comparar as duas. Pela alta demanda e pela baixa disponibilidade de água que temos nas Regiões Sudeste e Sul, podemos dizer que o Guarani é estrategicamente muito mais importante do que um aquífero no Norte, mesmo que imenso.
Matta afirma categoricamente que o Aquífero Alter do Chão pode abastecer toda a população do mundo por centenas de anos. Afirma também que o acesso à água da reserva nortista é fácil. Aqui, o sujeito encontra água a uma profundidade de 300, 350 metros. Para chegar até a reserva do Guarani, às vezes é preciso cavar mais de mil metros.
O próximo passo do pesquisador é conseguir financiamento para um estudo sistemático da reserva subterrânea. Matta já concluiu um projeto para pedir recursos ao Banco Mundial.

Pesquisadores do Observatório Nacional encontraram evidências de um rio subterrâneo de 6.000  quilômetros de extensão que corre embaixo do rio Amazonas, a uma profundidade de 4.000 metros. Os dois cursos d'água têm o mesmo sentido de fluxo - de oeste para leste -, mas se comportam de forma diferente. A descoberta foi possível graças aos dados de temperatura de 241 poços profundos perfurados pela Petrobras nas décadas de 1970 e 1980, na região amazônica. A estatal procurava petróleo.
Fluidos que se movimentam por meios porosos - como a água que corre por dentro dos sedimentos sob a Bacia Amazônica - costumam produzir sutis variações de temperatura. Com a informação térmica fornecida pela Petrobras, os cientistas Valiya Hamza, da Coordenação de Geofísica do Observatório Nacional, e a professora Elizabeth Tavares Pimentel, da Universidade Federal do Amazonas, identificaram a movimentação de águas subterrâneas em profundidades de até 4 mil metros.
O dados do doutorado de Elizabeth, sob orientação de Hamza, foram apresentados na semana passada no 12.º Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Geofísica, no Rio. Em homenagem ao orientador, um pesquisador indiano que vive no Brasil desde 1974, os cientistas batizaram o fluxo subterrâneo de rio Hamza.
Características
A vazão média do rio Amazonas é estimada em 133 mil metros cúbicos de água por segundo (m3/s). O fluxo subterrâneo contém apenas 2% desse volume com uma vazão de 3.000 m3/s - maior que a do rio São Francisco, que corta Minas e o Nordeste e beneficia 13 milhões de pessoas, de 2,7 mil m3/s. Para se ter uma ideia da força do Hamza, quando a calha do rio Tietê, em São Paulo, está cheia, a vazão alcança pouco mais de 1 mil m3/s.
As diferenças entre o Amazonas e o Hamza também são significativas quando se compara a largura e a velocidade do curso d'água dos dois rios. Enquanto as margens do Amazonas distam de 1 a 100 quilômetros, a largura do rio subterrâneo varia de 200 a 400 quilômetros. Por outro lado, a s águas do Amazonas correm de 0,1 a 2 metros por segundo, dependendo do local. Embaixo da terra, a velocidade é muito menor: de 10 a 100 metros por ano.
Há uma explicação simples para a lentidão subterrânea. Na superfície, a água movimenta-se sobre a calha do rio, como um líquido que escorre sobre a superfície. Nas profundezas, não há um túnel por onde a água possa correr. Ela vence pouco a pouco a resistência de sedimentos que atuam como uma gigantesca esponja: o líquido caminha pelos poros da rocha rumo ao mar.

A abrangência deste aquífero é genuinamente nacional, pois ele se estende pelo oeste da Amazônia brasileira, nos Estados do Pará, Amazonas e Amapá. Entretanto, para que se possa afirmar com precisão sua extensão é necessário um estudo mais profundado. Mas, há poucas dúvidas de que não seja o que possui o maior volume de água, uma vez que está abrigado debaixo da maior bacia hidrográfica do mundo, a Amazônica.


Fonte: Jornal Estado de São Paulo  / Jornal Estado de Minas

PLANO DE AULA - ROTEIRO TURÍSTICO



DESCRIÇÃO
Este projeto encontra-se na área de História ,Geografia, Português, Matemática, Informática, Inglês/ Espanhol e Artes.
OBJETIVOS
  1. Reconhecer diferentes espaços geográficos e alguns de seus aspectos culturais, naturais e sociais;
  2. Construir o conceito de: atividade turística, atrativos turísticos, alta estação, programas noturno, excursões, fluxo turístico, guia turístico, hóspede, informante turístico, pousada, souvenir, turismo, turista.
  3. Levar os alunos a compreender a importância da atividade turística para a economia e cultura ;
  4. Estimular a produção escrita através de pequenos textos informativos;
  5. Estimular a criatividade e o trabalho em equipe;
  6. Demonstrar a importância da matemática comercial;
  7. Desenvolver a interdisciplinaridade;
ATIVIDADE

  1. Discussão sobre o tema principal e escolha dos sub-temas – regiões a pesquisar para produção do trabalho;
  2. Divisão dos grupos;
  3. É interessante a diversificação dos espaços geográficos [continentes, áreas naturais ou antrópicas  etc.];
  4. Pesquisar na internet, revistas, jornais, agência de turismo;
  5. Pesquisar sobre a região: História e a Geografia [localização, idade, idioma, moeda, extensão, pontos turísticos, curiosidades, clima, fato histórico, meio ambiente;
  6. Desenvolver os rascunhos dos textos, imagem e prospecto;
  7. Criação da arte final;
  8. Socialização;
  9. Exposição


DICAS
Partindo das informações e do interesse sobre a região escolhida, é possível trabalhar
  • Geografia: localização no mapa mundi, paralelos e meridianos, oceanos e continentes, calcular distâncias entre os países, clima, hidrografia, meio ambiente, etc.
  • Matemática: Pesquisar os preços de passagens aéreas, rodoviárias ou marítimas. Opção de parcelamentos com juros. Conversão de moedas. Preço de hospedagem. 
  • História: Destacar monumentos naturais ou culturais. Resumir um fato histórico de maior importância. 
  • Português: Trabalhar a linguagem comercial e jornalística criando textos resumidos.
  • Artes: Uso do laboratório de informática, para produção, diagramação e arte final do prospecto.
  • Inglês/Espanhol: Traduzir os prospectos para propaganda em idiomas diferentes.



CONCLUSÃO
Elaboração final do prospecto turistico.
Exposição dos prospectos em local apropriado na escola.
Socialização do trabalho em forma de seminário.

 

 

terça-feira, 23 de agosto de 2011

PLANO DE AULA - ESCASSEZ DA ÁGUA DOCE NO MUNDO



HABILIDADES E COMPETÊNCIAS
Capacidade de avaliar, localizar, descrever, relacionar, analisar, explicar e generalizar a partir de textos, mapas, gráficos, quadros, tabelas e fotografias sobre conteúdos atuais e geográficos. Recomenda-se o uso de um atlas geográfico no desenvolvimento do estudo e das atividades. Pesquisa nos vários meios de comunicação, jornais, internet, revistas, etc.
OBJETIVOS
1) Identificar quais os indicadores que evidenciam o problema de falta de água no mundo, chamando a atenção para o fato de que o futuro do planeta, como um todo, está em risco;
2) Compreender e relacionar as questões sociais, ambientais e tecnológicas associadas aos problemas causados ao meio ambiente, chamando a atenção para a falta de água doce no planeta;
3) Observar as mais importantes causas que agravam a falta de água no mundo e as suas implicações;
4) Atentar aos desafios colocados pelas dimensões dos problemas ambientais a que se tem assistido e, entre esses problemas, a escassez de água doce no planeta;
5) Compreender os princípios que vêm norteando as decisões e ações políticas mais importantes dos governos dos cinco continentes, no que diz respeito à preservação do meio ambiente;
6) Compreender que em sua luta constante para satisfazer suas necessidades, o homem modificou e humanizou profundamente as paisagens naturais, muitas vezes não preservando o meio ambiente;
7) Levar o aluno à compreensão da relação entre meio ambiente (natureza) e atividades humanas (sociedade), e à diferenciação entre os recursos renováveis e os não-renováveis;
8) Levantar os problemas da falta de saneamento básico e o tratamento adequado dos esgotos tanto residenciais quanto industriais;
9) Atentar sobre a existência da biopirataria da água doce;
ESTRATÉGIAS
1) Aulas teóricas com exposição de conteúdo utilizando quadro negro, retroprojetor, fotos (jornais, revistas, livros etc.), filmes (vídeo), além de consultas bibliográficas complementares, leitura e análise de textos selecionados;
2) Pesquisa em sites diversos;
3) Iniciar discussões e debates sobre várias dimensões dos problemas ambientais existentes, a partir de texto que se encontra disponível no site do Ministério do Meio Ambiente - "Resumo do Documento Agenda 21 da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento";
3) Explicar aos alunos o significado de lençol freático ou aqüífero, e a importância deles para o abastecimento. Ajudá-los a localizar os principais aqüíferos existentes no mundo;
4) Pesquisar sobre a população atual do planeta em comparação com a de 30 anos atrás, chamando a atenção para a mudança nos padrões de consumo de água nesse período;
5) Se possível visitar uma estação de tratamento de água e esgoto;
6) Propor uma pesquisa para saber de onde vem a água potável utilizada na região, as condições das fontes, como a água é tratada e quais as expectativas na continuidade de abastecimento futuro. Essas informações podem ser fornecidas pela empresa responsável pelo abastecimento de água na região e na secretaria de meio ambiente da cidade;
7) Desenvolver uma cartilha sobre com economizar água em casa e na escola;
CONCLUSÃO DAS ATIVIDADES
Elaborar um questionário para pesquisa de opinião dos familiares, colegas, professores e funcionários do colégio, onde sejam apontadas várias atitudes para que cada um melhore a qualidade de vida. Não esquecendo que o objetivo tema é a ÁGUA. As perguntas deverão ser objetivas quanto aos meios de consumo, conservação e economia da água. Após concluída a pesquisa, tabular os dados e apresentá-los num mural, de preferência onde todas as pessoas do colégio têm acesso.

PLANO DE AULA - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS BRASILEIRO



CONCEITOS
Clima, domínios morfoclimáticos, Paisagem natural, relevo, vegetação, zona de transição.
HABILIDADES E COMPETÊNCIAS
1) Capacidade de estabelecer relações de causalidade, analisar, interpretar, descrever, localizar, pesquisar, associar, relacionar;
2) O aluno deverá ser capaz de entender/explicar a dinâmica natural e as suas interações;
3) Vivência em equipe;
4) Capacidade de bem realizar uma tarefa, ou seja, resolver uma situação Complexa;
OBJETIVOS
O aluno deverá
1) Conhecer a divisão em domínios morfoclimáticos proposta por Aziz Nacib Ab'Saber e a sua abordagem conceitual;
2) Compreender a dinâmica do espaço natural a partir da correlação entre clima, relevo, hidrografia, solos etc. e as paisagens resultantes desta interação;
3) Conhecer cada um dos domínios, inclusive as faixas de transição, e as suas especificidades;
4) Compreender como a ação antrópica interfere nas paisagens, transformando-as e alterando a sua dinâmica natural a partir dos problemas ambientais;
5) Conhecer como as diferentes características naturais podem resultar em diferentes aproveitamentos econômicos (extrativismo do látex, madeira, produção do sal, pau-brasil, transporte hidroviário, hidrelétricas etc.);
6) Diferenciar e correlacionar cada um dos domínios;
7) Compreender a interação e a interdependência entre os diversos elementos de sua paisagem (relevo, clima, vegetação, hidrografia, solo, fauna etc.);
ESTRATÉGIAS
1) Propor a confecção de um mapa temático com os domínios morfoclimáticos;
2) Apresentar um climograma, os solos, vegetação, hidrografia etc. para cada um dos domínios;
3) Associar o relevo ao clima e à latitude (chuvas orográficas, ventos alísios etc.), associar às características do solo e à sua fertilidade (laterização, lixiviação, profundidade e outras características) e associar estes elementos à hidrografia (vazão, drenagem, perenidade etc.); por fim, incluir na análise a vegetação e suas características (higrófila - relacionar com a umidade e a pluviosidade na Amazônia, por exemplo; caducifólia - a existência de uma estação seca no cerrado; acicufoliada - associada à queda de neve no passado ou no presente; a acidez do solo no cerrado e a sua aparência de xerófila ou pseudoxerófila; xerófila - adaptada à falta de umidade etc.);
4) Pesquisar as formas de relevo e a vegetação, procurando identificar formas características de relevo (Chapadas, coxilhas etc.) e as espécies características da vegetação;
5) Pesquisar os impactos ambientais mais graves relacionados ao que foi exposto: arenização-desertificação; desflorestamento, erosão, voçorocamento, deslizamento de terras etc.;
6)Propor a confecção de uma maquete com os domínios morfoclimáticos;
7)Analisar um climograma de cada um dos domínios morfoclimáticos;
CONCLUSÃO DAS ATIVIDADES
1) Fazer um mural com o mapa dos domínios morfoclimáticos e, em volta, colocar as fotos, imagens, gráficos e características de cada um. Se possível, colocar uma planta, semente ou fruta dos domínios;
2) Montar uma exposição com os produtos do extrativismo (exemplos: madeira da Amazônia ou da Floresta de Araucárias, sorvete de cupuaçu, artesanato feito com produtos regionais etc.);
3) Montar um seminário onde cada grupo ficara responsável pela apresentação de um domínio morfoclimático.;